Os utentes dos serviços de saúde na província e cidade de Maputo, assim como na província de Inhambane (zona sul de Moçambique), têm sido obrigados a levar água das suas próprias residências para a unidade sanitária, devido à sua escassez. Por conta da inacessibilidade deste líquido precioso, os utentes recorrem às suas próprias fontes, para que, no centro de saúde, possam tomar medicamentos e responder a outras necessidades biológicas.
A constatação consta de um estudo realizado em 2020, pelo Observatório Cidadão para Saúde (OCS), baseado numa pesquisa documental (PES, PESOD e OE), assim como  numa recolha de evidências no terreno. No âmbito do estudo em alusão, foram abrangidos informantes-chave dos distritos de Maxixe e Jangamo, na Província de Inhambane; distritos municipais Ka-Mpfumo, Ka-Maxaquene e Ka-Mubucune, na Cidade de Maputo e em Maputo Província. Foram, igualmente, entrevistados diferentes actores de desenvolvimento nacional, tais como cidadãos, provedores dos serviços públicos, plataformas distritais e Organizações da Sociedade Civil.

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